Que culpa tenho eu de amar a minha espécie, não sua ações, mas seus formatos e estilos, seus traços, suas cores, seus tamanhos, suas vozes, seus olhares, seus sorrisos.
Que culpa teria meu coração, de amar cada movimento seu, simples e pequenos gesto que para você são apenas mais momentos, mas para mim é como se o tempo andasse mais devagar, para me deixar apreciar cada segundo seu, e guardar pra sempre com meus maiores tesouros.
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