É quando você aparece no meu quarto que eu danço músicas sutis sem medo, é quando você sorri pra mim que eu escrevo, que eu construo histórias e sentimentos.
E é quando você se vai que eu começo a cantar, esperando sua volta.
Que culpa tenho eu de amar a minha espécie, não sua ações, mas seus formatos e estilos, seus traços, suas cores, seus tamanhos, suas vozes, seus olhares, seus sorrisos.
Que culpa teria meu coração, de amar cada movimento seu, simples e pequenos gesto que para você são apenas mais momentos, mas para mim é como se o tempo andasse mais devagar, para me deixar apreciar cada segundo seu, e guardar pra sempre com meus maiores tesouros.